A historia de Jefté, de certa forma, é pouco conhecida por muitos. Juiz que governou o povo de Israel por um período de seis anos. Morador de Gileade, região que ficou muito conhecida pelo famoso “bálsamo de Gileade”. Seu pai era um homem de muito prestigio, chamava-se Gileade. Até aí tudo bem. Contudo, Jefté era um filho bastardo de Gileade. Sua mãe era uma mera - e mal vista pela sociedade - prostituta qualquer.
   Gileade por sua vez, criou Jefté como filho, junto com os demais filhos de sua legitima esposa. Entretanto, sendo já falecido Gileade, quando cresceram, os seus próprios irmãos o expulsaram dizendo: - você não vai herdar nada do nosso pai porque você é filho de outra mulher, de uma prostituta.
   Jefté vai se refugiar na terra de Tobe, juntamente com alguns ordinários fora da lei. Tinha tudo para dar errado. Para se revoltar contra o seu povo, contra aqueles que o rejeitaram e o expulsaram de casa. Tinha tudo para se tornar mais um bandido, mais um chefe de ladrões. Mais a vida é como uma roda gigante. Uma hora quem estava lá embaixo, estará lá em cima.
   Deus sempre se utilizou de pessoas, que de alguma forma, se tornaram rejeitadas, e fez o mesmo com Jefté. Quando ao amonitas acamparam em Mispa para guerrear contra Israel, os seus irmãos foram correndo pedir ajuda a Jefté. Jefté, apesar de tudo, era um soldado valente. Ninguém melhor que ele para liderar o povo na batalha. Jefté tornou-se o líder de seu povo!
   Por que achar que você nasceu pra dar errado? Deus ainda transforma maldição em benção. Se o mundo te rejeita, e te despreza, é você que o Senhor quer usar.
   Não se esqueça dos inúmeros que foram rejeitados pelos seus, e tinham tudo para darem errado, mas deram muito certo: o jovem José, a jovem Tamar, a prostituta Raabe, o jovem Mefibosete, o valente Davi, o apóstolo Paulo, o justo Jó. A lista seria imensa.
   Deus há de te levantar e te usar, não importa o que digam as circunstancias!

                                                                                              M.D.

“Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; e todas as tribos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mt 24-30).
Após o período tenebroso da Grande Tribulação, durante sete anos, Jesus voltará para implantar o Reino Milenial sobre a terra. 

Na primeira fase de seu retorno, como prometeu, para vir buscar a sua Igreja, só será visto pelos salvos, que ressuscitarão ou forem transformados, e arrebatados para encontrá-lo nos ares (1 Ts 4.17). A humanidade ímpia, voltada para seus interesses terrenos, carnais e materiais, não perceberá o rapto da Igreja. Só depois constatarão o desaparecimento do povo de Deus, quando as notícias se espalharem para o mundo através da mídia e terem experimentado os terríveis eventos catastróficos da Grande Tribulação.

Na segunda fase de sua vinda, será diferente. Jesus não virá “como o ladrão” (Mt 24.42,43), sendo visto apenas pela Igreja arrebatada. Ele virá de forma aberta, deslumbrante, impactante, à vista de todos os habitantes da terra. Diz o Apocalipse: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim! Amém!” (Ap 1.7). Antes de ser assunto aos céus, Jesus disse, em seu sermão profético: “E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas. Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; e todas as tribos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória. E ele enviará os seus anjos com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus” (Mt 24.29-31).

Ele se referia aos últimos dias da Grande tribulação, quando haverá catástrofes nunca vistas, que abalarão o sol, a lua, as estrelas e todo o espaço sideral. Quando a Terra estiver na mais cruel situação, desespero, angústia e sofrimento, quando Israel estiver cercado pelos inimigos e sem solução, abandonado pelos seus parceiros políticos, inclusive os Estados Unidos, então Jesus aparecerá, llvindo sobre as nuvens do céus, com poder e grande glória”, porá fim á Grande Tribulação, livrará a nação israe- lita de um novo holocausto, e, por intermédio de seus anjos, ajuntará os seus escolhidos desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus”, como diz o texto acima. Na sua vinda gloriosa, Jesus se manifestará ao mundo. Na sua vinda para morrer pelo homem, Ele veio só. Na pri- meira fase de sua vinda para buscar sua Igreja, Ele virá para os seus, mas não se manifestará ao mundo. Na segunda fase, na vinda em glória, Ele virá com os seus, com sua Igreja, cercado de anjos, e será visto por todos os que habitam na Terra. "Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, também vós vos manifestareis com ele em glória” (Cl 3.4).

Jesus Voltará com Poder e Grande Glória

Quando Jesus nasceu em Belém, veio ao mundo de maneira muito singela e modesta. Apareceu como um bebê, em meio a uma grande pobreza. Seu berço era um cocho de animais, uma manjedoura; sua mãe o envolveu em panos; Ele, sendo Deus, Rei dos Reis e Senhor dos Senhores” (Ap 19.16), se fez pobre, se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.14a); “porque já sabeis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, por amor de vós se fez pobre, para que, pela sua pobreza, enriquecêsseis” (2 Co 8.9). Mas na sua vinda em glória será diferente; Ele virá “com poder e grande glória”. “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; e todas as tribos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória” (Mt 24.30). Ele virá cercado de anjos (2 Ts 1.7) e virá com seus santos para reinar sobre a Terra (Jd 14).

Ele Será Visto por Todo o Mundo

No arrebatamento da Igreja, como foi visto, o mundo não perce- berá (1 Ts 3.13; Mt 24.4244). Na sua vinda em glória, Jesus será visto por todos os homens da terra: “Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até os mesmos que o traspassaram; e todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Sim! Amém!” (Ap 1.7 - grifo nosso).

Certamente, “todo olho o verá”, ao vivo, fisicamente, ou através dos moderníssimos meios de comunicação e imagem. Há quem entenda que toda a visão de Cristo na sua vinda em glória será apenas através dos olhos naturais, por causa da grande destruição, provocada pelos cataclismos que desabarão sobre o mundo. Dizem que toda a infraestrutura de transportes e de comunicações, incluindo estações de rádio e TV, as agências jornalísticas, tudo será destruído, nos grandes tremores de terra globais. Mas é possível que restarão algumas instalações, capazes de transmitir “ao vivo”, nos programas de televisão e pelos sites da internet, o grande e maravilhoso evento da volta de Cristo em glória.

Objetivos da Vinda de Jesus em Glória

Na sua Vinda ao mundo, Jesus veio para trazer o evangelho, que são as “Boas Novas de Salvação” para todos os que nEle creem. Na primeira fase da sua segunda vinda, Jesus virá para buscar a sua Igreja para estar com Ele para sempre. Na segunda fase da segunda vinda, juntamente com a Igreja, há outros objetivos, antes de implantar o seu Reino Milenial, como veremos a seguir:

Virá para Castigar os ímpios

Nunca, na História do homem, a depravação foi tão acentuada como no século XXI. Em tempos passados, a violência entre os homens era mais intensa, por falta de leis, de civilidade, de autoridade sobre os atos humanos. Não havia Direitos Humanos que freassem os ímpetos agressivos próprios do homem no pecado. Hoje, ainda existe violência, mas predomina a iniqüidade excessiva, nas práticas libertinas aceitas pela sociedade sem Deus. A depravação é extrema. A homossexualidade não é só praticada como em Sodoma e Gomorra, mas é praticada com respaldo legal, institucional, quando governos e legisladores ignoram totalmente os princípios de Deus para o relacionamento humano. O casamento é desprezado, e substituído por “configurações familiares” abomináveis aos olhos de Deus.

Jesus Voltará para Livrar Israel do Extermínio

O Estado de Israel foi restabelecido em 1948, por decisão da ONU, em cumprimento às profecias sobre sua restauração nacional e espiritual. Os “ossos secos” que se juntaram e voltaram a viver representam o povo de Israel (Ez 37) que foi restaurado em sua terra, reorganizado como nação e aceito como Estado soberano e democrático, no Oriente Médio. Mas sua restauração espiritual, iniciada na Grande Tribulação, com a conversão dos 144.000 israelitas de todas suas tribos (Ap 7.4; 14.1,3), se completará quando Jesus voltar e eles o reconhecerem como o Messias.

A batalha do Armagedom. Quando Jesus voltar, os judeus estarão no auge de sua maior tribulação, em meio a uma guerra de proporções terríveis. Os exércitos do Anticristo se reunirão para destruir Israel no vale do Armagedom. “E os congregaram no lugar que em hebreu se chama Armagedom” (Ap 16.16). Armagedom vem de duas palavras hebraicas: “arm” (monte) e Megido, ou “Monte de Megido”, um amplo vale, perto do Mediterrâneo; também é chamado vale de Megido (Zc 12.11), ou, ainda, “vale de Josafá”, “vale da decisão” (J13.2,9-14).

Jesus descerá em socorro de Israel - na Batalha do Armagedom. Jesus descerá sobre o Monte das Oliveiras, e este se fenderá em duas partes. “E o Senhor sairá e pelejará contra estas nações, como pelejou no dia da batalha. E, naquele dia, estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele, para o sul. E fugireis pelo vale dos meus montes (porque o vale dos montes chegará até Azei) e fugireis assim como fiigistes do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá; então, virá o Senhor, meu Deus, e todos os santos contigo, ó Senhor” (Zc 14.3-5). Não dá para imaginar o tremendo impacto desse fato sobrenatural quando o monte histórico se dividir em duas partes quando os pés de Jesus tocarem nele.

O fim da batalha do Armagedom - o futuro glorioso de Israel.

Após a prisão de Satanás, do Anticristo e do Falso Profeta, a liderança satânica estará destruída. Os pecadores, apavorados com os juízos de Jesus sobre a Besta e os inimigos de Israel, terão tanto pavor que clamarão pela morte (Ap 6.15-17). Serão tantos os mortos da grande batalha, que os judeus levarão sete meses para sepultar tanta gente (Ez 39.12- 16); as armas serão destruídas (Is 2.4; Mq 4.3). Não será a estratégia de guerra de Israel que derrotará seus inimigos mais numerosos, mas o poder de Deus e de Cristo, vindo do céu. Com a vitória retumbante de Cristo sobre o Anticristo, o Diabo e o Falso Profeta, Israel será salvo da destruição e assumirá suas funções no Milênio.

Satanás Será Preso por Mil Anos

Segundo o Pr. Ciro Zibordi, “os derrotados da Batalha do Armage- dom irão para três lugares diferentes. O Anticristo e o Falso profeta serão lançados no Inferno, o Lago de Fogo. Os seus seguidores irão para o Ha- des, onde aguardarão o Juízo Final. E Satanás será preso no abismo por mil anos (Ap 20.1-3)”.9 Com a derrota fragorosa da trindade satânica, Jesus terá preparado as condições e o ambiente espiritual e moral para o estabelecimento do Milênio. Satanás será preso por um anjo poderoso do qual não poderá escapar com todo o seu poder infernal: “E vi descer do céu um anjo que tinha a chave do abismo e uma grande cadeia na sua mão. Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos. E lançou-o no abismo, e ali o encerrou, e pôs selo sobre ele, para que mais não engane as nações, até que os mil anos se acabem. E depois importa que seja solto por um pouco de tempo” (Ap 20.1-3).

Extraído do Livro O FINAL DE TODAS AS COISAS de Elinaldo Renovato.



Deus... nunca muda de ideia nem se arrepende...

Ml. 3.6. Porque Eu sou o SENHOR, não mudo;
Nm.23.19. Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que Se arrependa; porventura diria Ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?
1Sm.15.29. E também Aquele que é a Força de Israel não mente nem Se arrepende; porquanto não é um homem para que Se arrependa.
Ez. 24.14. Eu, o SENHOR, o disse: isso virá a acontecer, e o farei, não me tornarei atrás, e não pouparei, nem me arrependerei; conforme os teus caminhos, e conforme os teus feitos, te julgarão, diz o Senhor DEUS.
Tg.1.17. Toda a boa dádiva (e todo o dom perfeito) é proveniente- de- junto- do- alto, descendo desde o Pai das luzes, ao lado de Quem não há mudança nem sombra de variação.

... ou às vezes volta atrás e se arrepende?

Êx.32.14. Então o SENHOR arrependeu-se do mal que dissera que havia de fazer ao Seu povo.
Gn.6.6-7. Então o SENHOR Se arrependeu de haver feito o homem sobre a terra e pesou-Lhe em Seu coração. ... porque Me arrependo de os haver feito.
Jn.3.10. ... e Deus Se arrependeu do mal que tinha anunciado que lhes faria, e não o fez.
2Rs.20.1,5. Naqueles dias, adoeceu Ezequias para morrer; e o profeta Isaías, filho de Amós, veio a ele e lhe disse: Assim diz o SENHOR: Põe em ordem a tua casa, porque morrerás, e não viverás. Volta, e dize a Ezequias, capitão do Meu povo: Assim diz o SENHOR, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração, e vi as tuas lágrimas; eis que Eu te sararei; ao terceiro dia subirás à casa do SENHOR.
Gn.18.23-33. O patriarca Abraão consegue convencer a Deus de que não deveria destruir a cidade de Sodoma, caso encontrasse lá pelo menos dez justos. A principio seriam todos os moradores destruídos.
1Sm.15.35. E o SENHOR Se arrependeu de haver feito Saul reinar sobre Israel.
Jr.18.8-10. Se a tal nação, porém, contra a qual Eu falar, retroceder da sua maldade, também Eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe. No momento em que Eu falar a respeito de uma nação e de um reino, para o edificar e para o plantar, Se tal fizer o mal diante dos Meus olhos, não dando ouvidos à Minha voz, então Me arrependerei do bem com o qual Eu tinha falado lhes fazer bem.

CONCLUSÃO:
   Deus nos castiga pelos pecados que de fato cometemos. Mas em nenhum lugar da bíblia o cristão justificado paga eternamente pelos seus pecados. De maneira inequívoca, Deus afirma que um filho que age com retidão, ainda que este tenha um pai pecador, deus nunca falha, nunca muda. Ele é fiel e leal às Suas promessas e alianças. Mesmo assim esse atributo de fidelidade de Deus não exclui a possibilidade de Ele alterar seus planos e intenções de acordo com as circunstancias. Deus as vezes muda seus planos no tocante ao juízo, ES resposta às orações de seus filhos fiéis, ou como arrependimento de um povo iníquo.
   A vontade de Deus é certa. Ele institui decretos e fez promessas que não podem mudar. Cumpriu a aliança feita com os israelitas e cumpre as promessas feitas a nós. Deus deseja de nós obediência à sua vontade. A Bíblia não se contradiz, pois, ela é a Palavra de Deus, ela se explica a si mesma. Tenhamos nela confiança.

                                                                                                       M.D.

Não amem o mundo nem as coisas que há nele. Pois, nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Muitos serão egoístas, avarentos, orgulhosos, vaidosos, ingratos, desobedientes aos pais, profanos, traidores e obstinados. Amarão mais os prazeres mundanos do que a Deus.

Queridos, o mundo, com ofertas aparentemente lucrativas, com aparência até de religiosidade, esconde situações fortemente comprometedoras. Suas linguagens são infames, imorais, impróprias para a vida cristã. Oferece-se de tudo para atrair, seduzir e levar incautos, e se possível até os escolhidos de Deus, para as armadilhas de satanás.

As propostas mundanas têm derrubado a muitos jovens. Entretanto, diante destas propostas, você, é convocado a ser diferente. Portanto, diante de uma sociedade secular entregue de corpo e alma aos desejos carnais, sejam as palavras da nossa boca, o seguinte clamor: “Somos teus ó Deus, salva-nos, pois temos buscado os Teus preceitos”. Só assim, faremos a diferença necessária para influenciar positivamente esta geração.

Assim, enquanto o mundo continua em busca de vãos prazeres através dos caminhos do pós-modernismo humanista, nós, jovens cristãos, redimidos pelo sangue de Cristo, com ousadia, abrimos mão de tudo por causa do nosso Cristo.

Diante da impiedade que impera neste presente século, há uma voz profética na terra, através de jovens comprometidos com o seu Deus. Esta voz faz soar em todos os cantos da terra a verdade de Cristo, cujo triunfo final está próximo, a fim de que esta geração escape, e depressa, das garras do pecado camuflado nas vãs filosofias desta era.

Não amem o mundo, nem as coisas que há nele. Se vocês amam o mundo, não amam a Deus, o Pai.
Seja uma geração que abre mão de tudo, por causa do Senhor e toque os céus pela fé.


“Pois o Eterno, o seu Deus, está com vocês; Ele é poderoso e os salvará. Deus ficará contente com vocês e por causa do Seu amor lhes dará nova vida. Ele cantará e se alegrará, como se faz num dia de festa” - Sf. 3.17.
        Não precisa ler com tanta pressa. Leia com calma mais uma vez este versículo. Leia-o com bastante atenção:
        “Pois o Eterno, o seu Deus, está com vocês; Ele é poderoso e os salvará. Deus ficará contente com vocês e por causa do Seu amor lhes dará nova vida. Ele cantará e se alegrará, como se faz num dia de festa”.
        Não compreendeu a mensagem de Sofonias? Observe quem é que está cantando. Quem está festejando pela pessoa amada? E quem é o motivo de tanta alegria?
        Frequentemente somos nós os cantores e Deus o motivo da nossa canção. Neste versículo Sofonias mostra que há ocasiões em que isto ocorre de forma contrária. Há momentos em que Deus quer que fiquemos quietos para que Ele cante, tendo-nos como o motivo para a sua alegria. Não é algo maravilhoso! Deus cantando alegremente por nós, e para nós!
        Você acha que não é merecedor de tamanho amor? Davi também não era, mas Deus o chamou de “homem segundo o Meu coração”. Pedro não merecia, mas Jesus lhe preparou o café da manhã. Aos nossos olhos Judas nunca foi merecedor, mas certa vez Jesus lavou-lhe os pés. Zaqueu também não merecia, e Jesus lhe reservou um tempo para em sua residência repousar.
        Por que o nosso Deus faz isto? Sofonias responde: “Por causa do Seu amor”. Deus nos ama! Não é um amor fingindo, mesquinho. Ele nos ama verdadeiramente, e alegra-se por nós. A nossa parte consiste tão somente em ficar calados diante Dele, e permitir que Ele nos tome em Seus braços, nos ame e festeje. Dê permissão ao Senhor para que Ele o ame, o tome em Seus braços. E não se surpreenda se começar a ouvir uma canção nunca ouvida antes em toda a sua vida.
        Deseja ouvir a música? Gaste tempo com Deus regularmente e não se esqueça de ter sempre uma Bíblia aberta para meditação, mas também tenha um ouvido e coração sensível à voz de Deus. Busque não somente ouvir a Sua voz, mas vê-Lo “face a face” e com Ele conversar como você faz com seus amigos.


      A carta de Paulo aos crentes da cidade de Filipos é conhecida como a carta da alegria, e o mais interessante de tudo é que, quando escreveu esta carta o apóstolo de Cristo encontrava-se em cadeias. Na ocasião recebeu a visita do irmão Epafrodito, oriundo da congregação de Filipos, o qual chegou a adoecer gravemente, “mas Deus se apiedou dele” que, quando recuperado conduziu esta carta aos crentes de Filipos. Também em prisões o apóstolo escreveu aos Filipenses, à Filemon, aos Colossenses e aos Efésios. Nesta carta o apóstolo demonstra aos crentes de Filipos toda a sua gratidão e amor por todo o zelo e carinho dispensados a ele. Como tema central da carta podemos destacar a Alegria de viver em Cristo Jesus. É evidente que a carta foi escrita enquanto Paulo estava na prisão aguardando o julgamento que resultaria em liberdade, ou talvez em morte.
      A Chegada do Evangelho
      Filipos era uma colônia romana e tinha uma importância estratégica por constituir rota comercial entre a Ásia e a Europa. Embora não seja possível afirmar com certeza e precisão, estudiosos estimam que, a carta foi redigida cerca de 60 a 63 d.C. costumeiramente quando Paulo visitava uma cidade, dirigia-se à sinagoga local no intuito de partilhar a mensagem do Evangelho. Ao que nos parece em Filipos não havia uma comunidade disposta a ouvi-lo na sinagoga. Em Atos é relatado que depois de alguns dias naquela cidade, ele juntamente com Timóteo e Silas dirigiram-se à beira do rio, a fim de encontrar um local para orações. Foi lá que o apóstolo encontrou Lídia, da cidade de Tiatira, vendedora de tecido de púrpura (tintura fabricada com o sumo da raiz da ruiva-dos-tintureiros), mulher temente a Deus, juntamente com mais um grupo de mulheres.
      Lídia, após ser batizada levou o primeiro grupo de cristãos da cidade a congregar em sua residência – At. 16.15. Foi no lar desta temente mulher que a igreja filipense começou a florescer. As mulheres da igreja de Filipos mantiveram as tradições das mulheres macedônicas de exercerem iniciativa e influência.
      No entanto, os missionários encontraram-se em graves problemas quando Paulo expulsou o "espírito de adivinhação" de uma jovem que, "adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores" (Atos 16:16). Como consequência foram açoitados e encarcerados.
      Para ele, permanece o fato que Cristo está sendo proclamado, o que faz com que se regozije. Ele não sabe em que se dará sua prisão; contudo, ele já compreendeu que, quer a prisão termine com a liberdade, quer com a morte, tudo resultará para a glória de Cristo.
Filipenses 1
1 Paulo e Timóteo, servos de Jesus Cristo, a todos os santos em Cristo Jesus, que estão em Filipos, com os bispos e diáconos:
2 Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai e da do Senhor Jesus Cristo.
3 Dou graças ao meu Deus todas as vezes que me lembro de vós,
4 Fazendo sempre com alegria oração por vós em todas as minhas súplicas,
5 Pela vossa cooperação no evangelho desde o primeiro dia até agora.
6 Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo;
7 Como tenho por justo sentir isto de vós todos, porque vos retenho em meu coração, pois todos vós fostes participantes da minha graça, tanto nas minhas prisões como na minha defesa e confirmação do evangelho.
8 Porque Deus me é testemunha das saudades que de todos vós tenho, em entranhável afeição de Jesus Cristo.
9 E peço isto: que o vosso amor cresça mais e mais em ciência e em todo o conhecimento,
10 Para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo;
11 Cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus.

      Logo na saudação inicial da carta, o nome de Timóteo é citado juntamente com o nome do autor da mesma. Paulo já não gozava de boa saúde física, com isto, a ajuda de um companheiro para lhe auxiliar nos seus escritos era de grande valia. Timóteo provavelmente tenha exercido essa função. Rm 16.22; Cl 1.1.
      Paulo dirige-se aos cristão os chamando de “santos em Cristo Jesus”, isto para ilustrar a íntima relação espiritual dos crentes com o Senhor Jesus. Após saudar seus irmãos filipenses Paulo demonstra para com eles sua terna gratidão. Os cristãos filipenses haviam sido de grande compaixão para com o apóstolo quando da sua prisão, defesa e confirmação do Evangelho. Apesar da distância física os cristãos estão sempre presentes nas orações de Paulo. É gratificante saber que a oração tem o poder de nos aproximar espiritualmente. Paulo era um fiel intercessor de seus discípulos. Em júbilo o apóstolo realizava essas orações intercessoras, apesar das circunstâncias em que se encontrava. Fica evidente o desejo de Paulo de estimular o espírito de unidade entre os crentes. O exemplo de Cristo deveria inspirar seus seguidores a colocar os interesses dos outros diante de seus próprios interesses. Se aprendessem essa lição, também seriam capazes de, juntos com Paulo, regozijar-se no Senhor.
      Somente após agradecer a Deus pelos irmãos filipenses é que Paulo passa a rogar a Deus. Algo incomum nas orações dos crentes hodiernos. Vejamos que Paulo não começou a oração pedindo a Deus pela sua libertação mas, agradeceu pelos seus irmãos em Cristo e em favor deles intercedeu. Hoje, muitos já esqueceram de interceder e muito mais de agradecer. A teologia do determinismo tem imperado entre os cristãos. “Eu quero”, “eu determino”, “eu não aceito isso ou aquilo”, “eu profetizo”, “eu tomo posse”.
      Paulo rogou para que o vosso amor aumente mais e mais em ciência e em todo o conhecimento. O anseio de Paulo é que o amor de Cristo seja abundante entre os irmãos de maneira cada vez mais profunda, conduzindo assim, cada um deles a um conhecimento mais íntimo com Cristo. Consequentemente a esta aproximação com o Senhor, eles provariam coisas excelentes e se tornariam sinceros e sem escândalos. Paulo se preocupava com a conduta dos crentes também perante a sociedade, pois, estamos rodeados de grande número de testemunhas, e precisamos ter cuidado para não causarmos escândalos ao Evangelho. Era também desejo do apóstolo que os crentes não fossem crentes estéreis, mas que frutificassem para a glória de Deus.


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