“E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei pra mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também” Jo 14.3.
     Antes de Jesus partir, os discípulos estavam muito preocupados. Como seria viver sem o Mestre? Então, Cristo lhes faz uma promessa: “E, se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez e vos levarei pra mim mesmo, para que, onde eu estiver, estejais vós também”. Esta promessa não é restrita apenas aos discípulos, e sim, pra todos aqueles que fazem parte da Igreja de Cristo.

     Escatologia é o estudo da doutrina das últimas coisas, que são as verdades da Bíblia referentes aos derradeiros momentos da história humana. Não é difícil estudar este tema, porém, também não é fácil. Para isto se faz necessário a orientação do Espirito Santo para que não caiamos em ensinos falaciosos e suposicionismos – 1Tm 4.1,2.
     Este estudo das Escrituras não objetiva amedrontar ninguém. Os objetivos da escatologia, são basicamente:
     Mostrar os acontecimentos finais. “... para mostrar aos seus servos as coisas que em breve hão de acontecer” Ap 22.6.
     Preparar os crentes. “E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também Ele é puro” 1Jo 3.3.
     Alertar a todos. “... certamente cedo venho...” Ap 22.17,20.
     Tranquilizar o povo de Deus. “Não se turbe o vosso coração... pois vou preparar-vos lugar” Jo 14.1,2.
     Para que o estudo deste tema seja proveitoso, devemos estudá-lo recorrendo, primeiro, à Bíblia – ela é a fonte mais confiável; orando sinceramente – foi desta forma que Daniel fez 9.21-23; e evitando especulações – muitos já especularam a data da volta de Jesus e se decepcionaram.

     Como serão estes últimos dias? É importante lembrar que Cristo falou que antes da Sua vinda, haveria sinais de que o tempo estava mais perto. 2Tm 3.1-5.
     Estes últimos dias, conforme prediz a Palavra de Deus, são dias de degeneração moral, assim como nos dias de Noé que “comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento” Mt 24.38. É o retrato da atual sociedade, egocêntrica, imoral e depravada, entregue ao pecado. Cuidado para não se contaminar com isto. Ex.: homossexualismo, prostituição, poligamia, hedonismo. “mas, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz” Ef 5.8.

     “Sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.” 2Pe 3.3,4.
     A vinda de Cristo será precedida de sinais, já preditos na Sua Palavra. São vários os sinais que estão a se cumprir em várias áreas: “Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que Ele está próximo, às portas” Mt 24.33.
     Sinais para com Israel: O renascimento de Israel como nação. Is 66.8 “Quem jamais ouviu tal coisa? quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? nasceria uma nação de uma só vez? Mas logo que Sião esteve de parto, deu à luz seus filhos.” 14 de maio de 1948 Israel foi proclamado como nação independente.
     Sinais no céu. “haverá também coisas espantosas, e grandes sinais do céu.” Lc 21.11.
     Sinais na terra. Guerras – Mt 24.6,7. “E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino.” Ao longo dos anos muitas guerras tem sido travadas: 1ª e 2ª guerras mundiais, guerra fria, do Afeganistão, do Iraque, etc. Terremotos – Mt 24.7. “e terremotos em vários lugares.” Fomes – Em muitos lugares muita gente ainda morre de fome. Pestes – cada dia doenças mais cruéis e mortais são descobertas pelos homens, que não conseguem encontrar a cura: AIDS, Câncer, etc.
     Sinais na vida Moral. Iniquidade e imoralidade multiplicadas; poligamia, adultério, prostituição, etc.
     Sinais nas nações. O surgimento da nação de Israel, a formação de blocos econômicos.
     Sinais na religião. Aumento de escândalos religiosos. “Nesse tempo muitos hão de se escandalizar, e trair-se uns aos outros, e mutuamente se odiarão. Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos.” Mt 24.10,11.
     Apostasia. Apostatar significa renegar a fé, voltar atrás, descrer. É deixar o primeiro amor: “Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor. Lembra-te, pois, donde caíste, e arrepende-te, e pratica as primeiras obras; e se não, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres. Tem surgido nos dias atuais um falso cristianismo.
     A apostasia só ocorre na igreja, pois o mundo não tem do que se apostatar: “Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição.” 2Ts 2.3. A frieza espiritual, o modernismo teológico, o materialismo e o desvio espiritual têm crescido no meio de muitas igrejas, infelizmente. Cada vez mais a humanidade vem se mostrado indiferente a Deus, à Sua Palavra. Tudo isto também são sinais da vinda de Cristo.

     O arrebatamento da igreja. Estamos preparados para este grande dia? Este dia está bem próximo! Arrebatar significa tirar, arrancar, tomar de forma violenta. É a retirada imprevista e de forma abrupta desta terra.
     Não sabemos o dia nem tampouco a hora, em que acontecerá este esperado evento, entretanto, ele há de acontecer.
     O arrebatamento se dará a qualquer momento. “Não vos pertence saber os tempos ou estações que o Pai estabeleceu...” At 1.7. Diz a Bíblia que Cristo virá “como um ladrão de noite” pois a vinda de Cristo será como um ladrão que se aproveita da dormência das pessoas, para entrar na casa inesperadamente e levar o que tem de valor sem que ninguém perceba.
     Sobre o arrebatamento, podemos declarar que Cristo virá:
     Pessoalmente – 1Ts 4.16. “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.” Ele mesmo virá, como prometeu.
     Repetinamente – será tão rápido quanto um relâmpago ou um piscar de olhos.
     Secretamente – será invisível aos olhos da humanidade pecadora.
     Inesperadamente – Assim como o ladrão não avisa a hora que fará o roubo.
     Na hora certa – “O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se” 2Pe 3.9.

     Como será o arrebatamento? Ressoada a trombeta de Deus, o Senhor Jesus descerá do céu com alarido e voz de arcanjo. Quando a trombeta soar, primeiramente os mortos em Cristo vão ressuscitar – 1Ts 4.15,16 “Dizemo-vos, pois, isto pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que já dormem. Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro.” Nas reuniões de gala se diz “Primeiro as damas”. Em repartições públicas, “Primeiro idosos, gestantes e crianças”. No arrebatamento será “Primeiro os que morreram em Cristo”. Entretanto, isto não significa que eles vão subir primeiro. Todos nós iremos igualmente ao mesmo tempo.
     Nós os que estivermos vivos e permanecendo de acordo com a Palavra de Deus, teremos os nossos corpos transformados em glória. “Depois nós, os que ficarmos vivos seremos arrebatados juntamente com eles, nas nuvens, ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.” 1Ts 4.17. Este corpo limitado e mortal será transformado num corpo glorioso.
     Todos nós subiremos a encontrar com Cristo nas nuvens. Este será um encontro glorioso quando Cristo vira buscar-nos parta estarmos juntinhos Dele.

     Este é um assunto que vem sendo um tanto esquecido em muitas igrejas. A moda é pregar cura, libertação, prosperidade... E assim o mundo está cada dia mais distraído quanto a este acontecimento. A noiva de Cristo deve estar alerta, pois Ele mesmo prometeu: “Eis que venho sem demora...”.
     A Palavra de Deus é clara: “Quem vencer...”. A vitória está no final. Temos que ir até ao fim. Você está preparado? Está atento? “Vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora...”.
                                                                                   M.D.

O mundo inteiro está a passos largos indo à perdição, a iniquidade cada dia aumenta mais, tornou-se devasso, e desta forma partindo para a destruição. E o grande desafio da igreja, nestes últimos dias que precedem o regresso de Cristo, é a grande pressão do secularismo sobre ela.
   Secularização da igreja é a maneira como esta passa a viver, agir e acomodar-se aos padrões mundanos. Com isto, o ensino essencialmente bíblico é pervertido, e passa-se a utilizar a fé com fins suspeitos e se adotam ideais contrários à doutrina bíblica.
   Quando a igreja passa a ser influenciada pelo apelo, fascínio, mistura, prazer e imitação do mundanismo, ela consequentemente perde os seus valores cristãos. Assim ela se enfraquece e perde a sua verdadeira identidade. Atualmente é muito perceptível a crescente infiltração de conceitos, valores e comportamentos mundanos na igreja, muito embora muitos o neguem que isto seja possível. Nesta situação a igreja passa a ser uma mera organização eclesiástica com muita politicagem, e sem nenhum poder do Espírito Santo.
   E o que vemos nos dias atuais é uma igreja sem identidade, passiva e conivente com o pecado que impera no presente século. Lamentavelmente, vemos “cristãos” formando alianças com organizações cujo objetivo principal é propagar a mensagem do pecado, sob o pretexto de anunciar o “evangelho”. Mas que evangelho? Um evangelho ecumênico que não combate de frente o pecado? Para ser mais direto falo das alianças “Glospel” que tem crescido nos últimos meses. Saibamos que o ecumenismo busca nada mais que defender a multiplicidade religiosa, pregando que todos os caminhos levam a Deus.
   Hoje, já existem templos evangélicos nos quais, sob o pretexto de “atividade cultural” vê-se roda de capoeira e até bloco carnavalesco, enquanto nos “louvorzões” se vê outras abominações. Tudo isto a fim de agradar os que rejeitam os preceitos revelados nas Escrituras.
   Hoje o termo igreja/Templo está sendo trocado por auditório. A mensagem pregada é substituída por palestras de autoajuda. Evangélico agora é gospel. O “Evangelho” tornou-se amado pelo mundo, contrariando o que cristo pregou: “Todos os odiarão por serem meus seguidores”. Mt. 24.9.
   Queridos, estejamos sempre alerta contra as ciladas do maligno que tenta acabar com o verdadeiro Evangelho. Vamos dar prioridade a Palavra de Deus e combater tais sutilezas malignas.

Havia dois grupos religiosos de muita popularidade em Israel. Fariseus e saduceus. Saduceus era um pequeno, entretanto, muito poderoso grupo religioso judeu. Faziam parte deste grupo os sacerdotes, pessoas ricas e de influencia em Jerusalém. Baseavam seus ensinamentos no Pentateuco. Negavam a ressurreição de mortos, o juízo final e a existência de anjos e espíritos. At.23.8. Este grupo não se dava bem com os fariseus, contudo, se uniram com eles para combater e perseguir Jesus e seus seguidores.
   Os fariseus por sua vez, seguiam rigorosamente a Lei de Moisés e as tradições e costumes dos seus antepassados. Não se davam com os saduceus. O próprio Nicodemos, que em certa ocasião buscou falar com Jesus de noite, era também um fariseu e mestre da Lei. Este mesmo fariseu defendeu que não se condenasse Jesus sem antes ouvi-lo. Jo.7.50.
   Entretanto, os fariseus acreditavam na ressurreição e na existência de seres celestiais. O apóstolo Paulo também era fariseu. At.23.6. O erro dos fariseus da época de Jesus é que valorizavam tanto a Lei, que davam a ela valor exagerado, acida de qualquer outro ensinamento e a defendiam com “unhas e dentes”.
   Em parte, também sou fariseu, pois, creio que os mortos podem ressuscitar (Pelo poder de Cristo), creio também na existência de seres celestiais. Nisto também sou fariseu, tirando a hipocrisia que eles tanto tinham.

                                                                                                       M.D.

 Quando lemos os livros de Reis e Crônicas descobrimos então a grandeza do rei Salomão. Sua riqueza resume-se nas seguintes palavras: “Fez o rei que em Jerusalém houvesse prata como pedras” II Cr 9.27.
    Salomão foi grandemente rico. Seu palácio real foi resultado de treze anos de trabalho. Era ligado ao Templo por uma escadaria de sândalo vermelho e perfumado. Era um amontoado de edifícios, sendo que o palácio real propriamente dito foi construído com mármore polido coberto de cedro do Líbano. O seu trono era feito de marfim e ouro com leões esculpidos em cada lado das escadas. Uma ala adicional do palácio tinha 200 paveses de ouro e 300 escudos de ouro batido.
    Tamanha era a riqueza de Salomão que até seus copos eram feitos de puro ouro! A magnificência de seu reino exigia um batalhão de funcionários. O consumo alimentar diário chega a ser assustador. Dez bois gordos e mais vinte de pastos e mais cem carneiros só para as refeições principais, afora os veados, cabras e aves.
    Que homem! Tinha Deus e riquezas. Possuía sabedoria e ouro. Mas ao fim de seus dias Salomão entendeu que as riquezas podem ser enganosas, que luxo e dinheiro não satisfazem o vazio interior do homem. Ele escreveu: “eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia...” Ec 2.11.
    Muitos crentes e lideres religiosos não concordariam com esta afirmação do sábio rei Salomão. Estão sempre à procura de riquezas. Paulo já nos advertiu: “Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas” 1Tm 6.9.
                                                                                                                    M.D.

A adoração no Antigo Testamento era centrada num lugar específico. No deserto os judeus tinham sua vida religiosa em torno do Tabernáculo - Êx. 40.34-38, que era uma grande barraca na qual eram realizados os atos de adoração e, foi construído por Moisés por ordem do Senhor - Êx. 25.1,9.

   Tempos depois, o Tabernáculo foi substituído pelo Templo, que era um edifício, o qual estava localizado em Jerusalém. O Santo Templo era o Santuário por excelência do povo de Israel, onde não somente os israelitas como também os que não eram judeus, deveriam adorar somente ao Deus Único e Verdadeiro. Infelizmente, o Templo foi transformado, por reis idólatras, num local de muita idolatria. O templo media cerca de 27 metros de comprimento por 9 metros de largura e 13,5 metros de altura.
   A construção do primeiro Templo foi realizada por Salomão, e teve inicio quatrocentos e oitenta anos após a saída dos israelitas do Egito - 1Rs. 6.1, e levou-se sete anos para a construção. Os babilônios destruíram esse Templo em 586 a.C. mais ou menos - 2Rs. 25.8,9, e levaram o povo de Israel para o exílio. Sob a liderança de Zorobabel, o segundo Templo foi construído - Ed. 3.8. Teve inicio em 536 a.C. e terminou em 516 a.C. mais ou menos - Ed. 6.14,15. Por cerca de 500 anos esse Templo permaneceu em sua forma original até que sofreu uma reforma, feita por Herodes, o grande. Herodes ampliou e embelezou o Templo, começando seus trabalhos em 20 a.C. e consagrando-o dez anos depois.
   Muito embora em termos históricos e arquitetônicos o Templo de Herodes seja conhecido como o terceiro Templo, ele ainda é chamado de segundo Templo pelos judeus, porque a oferta dos sacrifícios não foi interrompida durante o período da reforma. E mesmo Herodes tendo dedicado o Templo em 10 a.C., os trabalhos na obra de reforma continuaram por mais 46 anos, após o seu início - Jo. 2.20. Jesus andou pelos pátios desse Templo.
   No ano 70 da nossa era, contrariando as ordens do general Tito, um soldado romano incendiou o Templo, que nunca mais foi reconstruído. Desde então, desprovidos do seu Santuário, os judeus não puderam mais oferecer a Deus os sacrifícios ordenados no Antigo Testamento. Apesar disto, com muito anelo, eles aguardam a reconstrução do Santo Templo em Jerusalém. No seu lugar está a mesquita de Al Acsa.
   Havia, no Antigo Testamento, também uma casa de oração, que era denominada de Sinagoga, que começou a existir provavelmente durante o período do cativeiro.
   No Antigo Testamento Jerusalém centralizava o culto a Deus, para lá subiam todas as tribos de Israel, para adorarem - Sl. 122.3,4. E somente os homens poderiam comparecer às três festas anuais “diante do Senhor” para lhe oferecer sacrifícios. Três vezes no ano, todo varão entre ti aparecerá perante o SENHOR, teu Deus, no lugar que escolher na Festa dos Pães Asmos, e na Festa das Semanas, e na Festa dos Tabernáculos; porém não aparecerá de mãos vazias perante o Senhor - Dt. 16.16.
   A adoração era centralizada no Sacerdote, que era da descendência de Arão, separado para servir como oficiante no culto realizado primeiro no Tabernáculo e depois no Templo. O Sacerdote era mediador entre Deus e o povo, oferecendo sacrifícios e orando em seu favor - Êx. 29; Lv. 21; 1Cr. 24. O povo durante o culto ficava na parte externa do Tabernáculo ou do Templo. No lugar santo, só entravam os Sacerdotes; e no santo dos santos, onde se achava a arca da aliança, só tinha acesso o sumo Sacerdote e, assim mesmo, apenas uma vez por ano - Hb.9.1-7.
   No culto do antigo testamento, havia sacrifícios de animais - Nm. 28 - como parte do culto de adoração. Os passos para apresentação de um sacrifício de animal eram os seguintes: O ofertante se purificava - Lv. 13-16; o ofertante levava o animal ao Senhor, ao altar, e o apresentava ao sacerdote - Lv. 17.1-9; o ofertante punha as mãos na cabeça do animal como sinal de que estava o dedicando a Deus - Lv. 1.4; o ofertante ou o sacerdote matava o animal, cortando as artérias do pescoço - Lv. 1.5; o sacerdote borrifava um pouco de sangue nos lados do altar - Lv. 1.5; o sacerdote tirava o couro que ficava para ele - Lv. 7.8; aí cortava o animal em pedaços e os colocava sobre a lenha do altar - Lv. 1.6-13; a carne era toda queimada, ou só uma parte dela, conforme o tipo de sacrifício - Lv. 3; 6.23; depois do sacrifício pacífico havia uma refeição comum em que o sacerdote e o ofertante comiam parte da carne do animal - Lv. 7.28-38.
   Em Levítico são descritos alguns tipos principais de sacrifícios e ofertas: Holocausto, em que o animal era completamente queimado no altar - 1.1-17; Sacrifício pacífico ou de paz - 3.1-17; das ofertas de paz havia três tipos: por gratidão a Deus - 7.12; para pagar voto ou promessa e a voluntária, que era trazida de livre e espontânea vontade - 7.16; Oferta pelo pecado, isto é, para tirar pecados - 6.24-30; e oferta pela culpa, isto é, para retirar a culpa - 7.1-10. Embora todo o ritual, no antigo testamento fosse símbolo do sacrifício de Cristo - Hb. 10.11,12, o lado cerimonial e ritualístico sempre acabava por prevalecer na vida dos israelitas, de modo marcante, sobre a essência verdadeira do culto instituído por Deus.
   No antigo testamento, havia um ministério regular de louvor, abrangendo cantores e músicos coletivamente - 1Cr. 25.1-7, que era exercido por uma parte dos levitas, que também ajudavam os sacerdotes nos serviços do Tabernáculo - Nm. 3.5-12 e, depois, do Templo - 2 Cr. 8.14.
   A maior parte do povo era composta de espectadores passivos, enquanto os sacerdotes e levitas representavam a nação de Israel diante de Deus nos cultos e nos rituais destes. Existia, porém, um papel que todo adorador do Antigo Testamento podia executar. Tratava-se, portanto, da adoração na forma de cânticos. Os sacrifícios expiatórios, bem como a presença de Deus no meio do povo, criavam um ardente desejo de adorar ao Senhor. E este desejo era satisfeito através dos cânticos entoados.
                                                                            M.D.

 Mulheres... existem de todos os tipos e qualidades. Mulheres de todas as raças e cores, todas são obras do Criador. Embora nem todas escolham ser boas criaturas. Há as que se desviam da vontade do ser Criador, escolhendo caminhos maus. No livro de provérbios, escrito por um sábio que possuiu um número espantoso de mulheres e concubinas, encontramos vários tipos de mulheres citadas por ele:

A mulher temente ao Senhor – Pv 31.30.
A mulher bem-aventurada – 31.28a.
A mulher virtuosa – 31.10.
A mulher aprazível – 11.16.
A mulher formosa – 11.22.
A mulher que é coroa do marido – 12.4.
A mulher sábia – 14.1.
A mulher prudente – 19.14.

Boas mulheres não? Mas também há...

A mulher estranha – Pv 2.16; 5.3,4.
A mulher má – 6.24.
A mulher prostituta 6.26.
A mulher alheia – 7.5.
A mulher louca – 9.13.
A mulher rixosa – 21.19; 25.24.
A mulher adúltera – 30.20.
A mulher aborrecida – 30.23.
A mulher desocupada, que não pára em casa – 7.5-27.

    E no livro de Eclesiastes ainda fala da mulher que é “mais amarga do que a morte” Ec.7.26. Misericórdia!
    Que tipo, ou tipos de mulher você é? (às mulheres). Que tipo de mulher você quer ter em casa, ou se já casou, já tem em casa? (aos homens)
                                                                                                                  M.D.


  Vejamos algumas características que a luz possui: A luz não faz distinção entre pessoas. Ele tanto brilha sobre um criminoso como sobre uma inocente criança. De igual modo devem se comportar aqueles que são adoradores autênticos, no desempenho de seu papel como luz do mundo, transmitindo a luz do evangelho a todas as raças, tribos e indivíduos independentes de seu status social ou cor da pele.
     A luz também precisa ser alimentada. O mesmo acontece com o adorador. Ele é dependente do óleo do Espírito Santo para poder difundir a luz de Cristo. Caso contrário, se ele mesmo desejar brilhar espiritualmente, ele logo se queimará, pois, um pavio quando está seco queima em pouco tempo.
     Outra característica da luz é que ela não se mistura. Mesmo que esteja a iluminar um monte de lixo, ela segue pura a brilhar. O adorador também deve ser assim: viver neste tenebroso mundo a difundir a luz do Evangelho, contudo, sem se contaminar com o pecado que tão de perto nos rodeia.
     “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” - Pv. 4.18. Novamente leia com atenção o versículo: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito” - Pv. 4.18.  Qual tem sido a intensidade que tem brilhado a nossa luz? Como a luz de um pleno dia de sol, sem nuvens? Ou como a luz de um eclipse?
     “Vóis sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende a candeia e coloca debaixo do alqueire, mas, no velador, e dá a luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para... que glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus” Mt. 5.14-16.

                                                                                              M.D.

Em Samaria havia um homem por nome Nabote. A herança que seu pai lhe deixou foi uma vinha, esta localizada ao lado do palácio de campo de Acabe. O rei cobiçoso, muito desejava a vinha de Nabote. Mas o curioso é que acabe não queria cultivar aquela vinha, e sim transformá-la em horta.
   Vamos trazer para a nossa vida espiritual. Acabe era crente de horta, enquanto Nabote, um crente de vinha. Quais são, portanto, as diferenças. Muitas. Os frutos da horta produzem uma alimentação light, enquanto, o fruto da vinha, produz uma bebida forte/quente.
   Vejamos como é um crente de horta. É um crente resmungão. Reclama de tudo e de todos. O crente horta acha defeito em tudo e em todos. Reclama dos coordenadores, diz que faria um trabalho melhor. Se o dirigente o convoca para tal serviço, diz que não vai poder atender. Se o pregador é avivado, critica, se é mais tradicional também critica. O crente de horta é um crente frio, light. Não presta um culto racional ao Senhor. É o último a chegar na igreja, o primeiro a sair dizendo que tem muitos compromissos. Não tem tempo para adorar. Fala do pastor se este doutrina, e fala também se este traz uma mensagem de bênçãos. Este crente é uma incógnita.
   O crente de vinha é bem diferente. É crente que adora não importando as circunstancias. Adora a Deus. Ele é crente de oração e está sempre disposto a servir. Tem comunhão com o Senhor, e tem visões do céu. Não se curva ante aos gigantes. Adora na bonança, na tempestade, na luta, no deserto, na cova, no vale, no monte, no palácio, diante dos deuses, na fornalha. É crente que não se envergonha do evangelho de Cristo. Crente de vinha é avivado, é alegre, uma benção!
   O que você tem sido? Um crente light em nome do modernismo, ou é um crente de vinha, que não abre de sua herança mesmo que tal atitude resulte em morte certa? É bem melhor ser crente de vinha. Se você cultiva horta, passe a cultivar vinha.
                                                                                                       M.D.

Estamos vivendo em dias difíceis dentro das nossas igrejas. Muitos crentes imaginam que estamos vivenciando um grande avivamento. Na verdade, o que estamos vendo hoje, são grandes e numerosos “movimentos”. Não é pelo fato de nossas igrejas se encontrarem lotadas, que estamos presenciando um grande e poderoso avivamento. Na verdade as nossas igrejas estão cheias... Cheias de pessoas vazias!
        Muitas dessas pessoas “saíram do mundo”, entretanto, o mundo não saiu de dentro delas. Especialmente na área musical, este é um fato bem visível, onde muitos dos denominados “adoradores” têm inserido dentro das nossas igrejas, a realidade mundana: o comportamento, o estilo de vida, os conceitos, os valores, o linguajar, etc.
        O adorador que o Pai procura, é um verdadeiro imitador de Cristo. Jesus, apesar de ser merecedor de toda glória, não buscava o reconhecimento próprio, a glória, a honra, e não buscava interesses e benefícios pessoais - Mt. 4.8-10. E hoje o que vemos são lideres religiosos, cheios de ganância, que só se interessam em vultosos lucros financeiros e nada mais. Não estão nem aí com a salvação das almas que estão perecendo neste mundo. É um evangelho decadente, mercantilista e ganancioso.
         Onde estão os verdadeiros adoradores? O verdadeiro evangelho, que se importa com as almas que perecem? Decadência espiritual é fato, apesar de ainda haver um remanescente fiel. Isto é profético: “... o amor de muitos esfriará”. “Tu porém, vai até o fim...”.

“Dize-nos quando serão estas coisas e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?” Foi esta a indagação feita a Jesus pelos discípulos. Eles queriam estar cientes dos sinais que antecederiam a volta de Cristo a este mundo. Ora, os sinais estão alinhados numa série de profecias bíblicas cujo objetivo maior é alertar-nos a estar preparados para o arrebatamento.
   São muitos os sinais da volta de Cristo descritos nas Escrituras. Portanto, quero fazer referência a alguns deles. Há os sinais da volta de Jesus referentes à Israel. Israel é o relógio de Deus com relação aos sinas do fim dos tempos.
1. O renascimento de Israel como nação e a volta dos judeus à suas terras foi um dos maiores milagres de todos os tempos. Acerca daquele 14 de maio de 1948 já predissera o Profeta Isaías milhares de anos atrás. Is.66.8. O próprio Cristo fizera menção à restauração de Israel, ao referir-se ao renascimento da figueira. MT. 24.32.
2. A retomada de Jerusalém como a capital de Israel. Em junho de 1967 durante a Guerra dos seis dias, Jerusalém foi reconquistada, pois desde que fora destruída por Nabucodonosor em 568 a.C., vinha sendo pisoteadas por gentios.
3. A reconstrução do Templo, isto poderá ocorrer antes ou depois do arrebatamento da Igreja. Entretanto, há fortes evidências de que, muito breve o Templo será reconstruído em Israel. Dn. 9.27; Mt.24.15; 2Ts. 2.1-4.
Vejamos agora alguns sinais referentes à volta de Cristo relacionados ao mundo.
1. Multiplicação da iniquidade de forma generalizada. “ e, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.” T. 24.12.
2. Fomes pestes e terremotos nos quatro cantos do mundo. “e haverá fomes e terremotos em vários lugares.”
3. Guerras por toda parte e rumores de guerra. “E ouvireis falar de guerras e rumores de guerras; olhai não vos perturbeis; porque forçoso é que assim aconteça; mas ainda não é o fim.”
4. O surgimento de falsos profetas. “Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.”
5. A pregação de forma universal do Evangelho de Cristo. É bem certo que muitos povos nunca ouviram falar acerca do amor de cristo, entretanto, não podemos afirmar que em termos universais o evangelho ainda não tenha sido anunciado a todos os povos. A internet tem dado a possibilidade de qualquer pessoa em qualquer parte deste planeta, de ter conhecimento da verdade.
   Não sabemos a real data do arrebatamento, embora muitos já tenham tentado defini-la em vão, de uma coisa devemos ter certeza: Jesus voltará muito em breve, como nos mostra os sinais. A questão é: estás preparado? Ainda há um pouco de tempo para se preparar, caso contrário, o sofrimento eterno será o seu destino. Apressemo-nos, acheguemos ao Senhor para subirmos com Ele pra com Ele morar eternamente! Aleluia!

Quando o profeta Jonas estava fugindo da presença do Senhor, rumo à cidade de Társis recebeu dos marinheiros do navio, as seguintes indagações: A que povo você pertence? Qual a tua ocupação? Então, as respectivas respostas foram: “Eu sou hebreu; Adorador do Senhor”.
   Imagine agora, você sendo indagado: Qual é o seu povo? Qual seria então, a sua resposta? Neste caso, em particular, tratarei “povo” não como sendo nacionalidade, e sim como “geração”. Hoje, fala-se muito em “geração de adoradores”, “geração profética”, “geração do arrebatamento” e até “geração de Samuel”. A bíblia também faz referencia a várias “gerações”. Em qual, ou em quais delas você se encaixaria? Vejamos:
   Uma geração pervertida. 2Tm.3. Esta geração trata-se de uma geração sem “moral”. Uma geração onde os bons costumes são pervertidos, sem temor à palavra de Deus e aos Seus mandamentos. A mente destes é depravada.
   Uma geração apóstata. Mt.24.12. Trata-se da geração que perdeu a fé, que se deixou influenciar pelo mundo. Pessoas que perderam o primeiro amor, que voltaram as costas para a sã doutrina bíblica dando ouvidos a doutrina de demônios.
   Uma geração acomodada. Mt.24.48. E aí estão aqueles que dizem: “O senhor não vai voltar agora. Afinal, desde criança eu ouço esta mesma história, e até agora nada. Quando estiver mais perto dele voltar eu vou me preparar”. Estão todos despercebidos, e assim como as virgens loucas, serão pegos de surpresa.
   Uma geração luz. Mt. 5.14. São aqueles que deixam a luz de Cristo resplandecer em suas vidas. Que ilumina com a Palavra em meio às densas trevas do pecado. Que não se misturam com o pecado.
   Uma geração sal. Mt.5.13. O poder do sal é incrível! Apenas algumas pitadas, e o sabor do alimento é totalmente influenciado por ele. Assim deve ser o salvo em Jesus. Ele não se deixa levar por influencias mundanas, mas, ele influencia os que estão à sua volta, com o amor de Cristo.
   Uma geração santa. 1Pe.1.15,16. Esta geração vive no mundo, mas não pertence ao mundo. Esta geração é separada do pecado, e vive para agradar a Deus. É uma geração que verá o Senhor!
   Uma geração avivada. At.2. Uma geração cheia de Deus e do Seu Santo Espírito. Geração que ora, que profetiza, adora, intercede no poder e na unção do Espírito Santo. Uma geração que vive em intimidade com Deus.
   Geração do arrebatamento. Mt.25.10. É a geração que tem óleo em suas lamparinas. É a geração que está alerta e vigilante quanto à vinda do Senhor Jesus. Estão preparados, aguardando o toque ta trombeta soar.
   Eu te pergunto: De que geração és?

“Filhinhos, é já a ultima hora; e, como ouvistes que vem o Anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos; por onde conhecemos que é já a última hora”.
 1Jo. 2.18.
“Mas todo espírito que não confessa Jesus não procede de Deus. Este é o espírito do Anticristo, acerca do qual vocês ouviram que está vindo, e agora já está no mundo”.
 1Jo. 4.3.

    O Anticristo ainda não está no mundo, mas é certo que muitos de seus seguidores já estão em plena atuação no mundo realizando sua obra satânica de oposição ao verdadeiro Cristo. Algumas pessoas (pregadores, escritores, teólogos, crentes em geral), diante de grandes acontecimentos históricos e importantes celebridades, acabam afirmando que determinada pessoa é o Anticristo. Ou ainda, que tal acontecimento, marcou ou marcará a chegada do Anticristo dentre outras especulações. Só faltam agora querer determinar uma data para a vinda de Cristo.
    É preciso ter cuidado com tais especulações, pois, apesar do surgimento deste que será uma personificação de satanás, ocorrer antes do arrebatamento da igreja, e de ter alguns sinais precedentes indicados nas Escrituras, sua manifestação publica como tal acontecerá só após a retirada dos salvos desta terra.
    Ao se referir ao Anticristo e aos anticristos, João estava nos advertindo a respeito de um espírito que já estava em plena atividade desde aquele tempo, e ainda nos dias de hoje. Um espírito que se opõe a Cristo. 1Jo. 4.3.
    O espírito do Anticristo já atua neste mundo, usando homens enganadores através da realização de falsos milagres, manifestações e pregação de novos ideais, na tentativa de iludir os escolhidos de Deus. Por isto devemos estar alicerçados na Palavra.
    Estes anticristos têm se utilizado de vários instrumentos satânicos nestes últimos dias, para realizar suas obras. Destaquemos dois destes instrumentos:
    1. Relativismo. Predominante no pensamento pós-moderno, e em nome de um falso pluralismo, e do “respeito às diferenças” os anticristos vêm convencendo o mundo de que nada é errado, que tudo é relativo, e que não existe pecado.
    2. Leis perversas. No Brasil já tramita uma PL (Projeto de Lei) com a finalidade de criminalizar afirmações contra o comportamento homossexual. A nossa Constituição Federal garante o livre direito de crença, religião bem como a liberdade de expressão. Entretanto, o diabo quer silenciar a pregação contra o pecado, instituindo o crime de opinião, a exemplo do que fizeram os mais terríveis ditadores da história. Na Europa, há leis que preveem a prisão de quem usar textos bíblicos contra o homossexualismo. O pior é que há países em que não se pode ler textos bíblicos que condenem a prática homossexual. É a operação do espírito do Anticristo, atuando através de seus anticristos.
    Atualmente vemos a preparação para o surgimento do verdadeiro Anticristo, o homem do pecado. De acordo com a Palavra de Deus, o Anticristo irá assumir um grande poder político e religioso. Dn. 7.8; 8.25; Ap. 13.16,17. Ele terá controle da economia mundial, e fará muitos sinais e prodígios para confirmar suas mentiras. 2Ts. 2.9. Um líder mundial de habilidades e capacidades nunca vistas antes. Terá um carisma irresistível e extrema persuasiva oratória que atrairá até os judeus. Dn. 9.20-27.
    O apóstolo Paulo o descreve como “o iníquo” 2Ts. 2.8, João o descreve como “a besta” Ap. 13.2-10, e Daniel como um “príncipe que há de vir” e o “chifre pequeno” D. 7.8.
    Apesar de todos os seus feitos e devastador poder, o Anticristo já possui desde já um fim pré-determinado. Seu domínio terá fim na batalha do Armagedom quando Cristo vier com sua Igreja implantar o reino milenar nesta terra.
    Mas será que podemos afirmar que o Anticristo já vive no mundo nos nossos dias? Se assim o fizermos, isto não passará de especulações. Anos atrás já ouvi afirmações de que o Papa João Paulo II seria o anticristo. Alguns meses atrás se especularam que o papa Bento XVI era o sétimo rei “Que tem que durar pouco” de Apocalipse 17, e que João Paulo II ressurgiria do tumulo através de milagre satânico para ser o oitavo rei. Bento XVI renunciou e um novo papa – Francisco – foi eleito mostrando que tudo não passava de especulações. Falam ainda que o catolicismo é a “Babilônia, a grande, mãe das meretrizes e das abominações da terra”. Pode ser. Mas não podemos afirmar categoricamente.
    Em Ap. 17.9 fala que a Besta – Anticristo – tem sete cabeças e dez chifres, também mencionadas nos versículos 3 e 7. Estas cabeças figuram sete montes e sete reis. Muitos comentadores acham que os sete montes se referem à Roma – que foi edificada sobre sete montes – que absorveu grande parte do culto idolatra babilônico, visto disfarcadamente ainda hoje na liturgia da igreja romana. Em Roma foi criado o Mercado Comum Europeu em 1957.
    Os dez reis, ou reinos são os dez chifres. “São também sete reis, dos quais já caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; mas, quando surgir, deverá permanecer por pouco tempo”. Destes sete, seis são passados: Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. O sétimo será futuro, e será uma forma do antigo império romano, constituído de dez reinos confederados, que equivalem aos dez dedos dos pés do antigo império romano. Dn. 2.42-44.
    “Dez reis que se levantarão daquele mesmo reino”. Uma forma daquele império, entretanto, não o mesmo. Aquele era regido por um único governante, o futuro, por dez reis nas suas respectivas capitais. Com a união destes dez Estados estará pronto o palco para o surgimento do anticristo e para a implantação do seu reinado. Este será o oitavo rei.
    O oitavo rei é a Besta, ou o Anticristo. O rei mundial. Quando ele assumir o controle dos dez estados, isto será o oitavo reino. Dn. 7.24,25. O Anticristo vai assumir o controle destas nações através de guerras – D. 7.24b; e pelo consentimento destas nações – Ap. 17.13.
    A mulher de Ap. 17.16 é a falsa religião mundial que irá surgir, liberal, atraente e sincretista. E irá atrair a muitos. Mas esta será destruída pelo anticristo para dar lugar a uma nova forma de culto: o da Besta. Um sinal para esta falsa religião mundial é o ecumenismo que hoje é tão defendido por todos que apreciam a porta larga.
    De uma coisa tenhamos a certeza: o espírito do Anticristo já opera neste mundo e muitos se têm feito anticristos. Tenhamos muito cuidado para não sermos por eles levados à perdição eterna.
    Que Deus te abençoe.

                                                                                   M.D.

 Ao analisarmos as mensagens transmitidas pelos meios de comunicação nos atuais dias, é perceptível que estes tentam de todas as formas escravizar a todos, ignorando e desprezando os preceitos básicos da Palavra de Deus. Vão de forma exagerada destruindo os alicerces morais e espirituais de lares, tudo isto com uma programação imoral, ocultista, tendenciosa, sensacionalista e comprometida com uma cultura anticristã.
     O tema “boom” do momento é a questão do homossexualismo. A mídia tem rotulado os evangélicos como racistas homofóbicos. Ativistas do movimento GLBTS se referem aos evangélicos como “doentes”, “sem amor”, partem para agressões tanto físicas como verbais, chamam a bíblia de piada e a mídia “abafa o caso”. Entretanto, quando evangélicos, ou não, se opõem a práticas pecaminosas e não às pessoas, são duramente criticados e caluniados. Promovem sensacionalismo.
     A mídia quer nos fazer “engolir” o pecado da homossexualidade como algo normal. A família cristã deve precaver-se contra estes assédios da mídia, pois estes são os principais ingredientes usados por ela: prostituição, adultério, homossexualismo, concupiscência da carne, dos olhos e soberba da vida.
     A família cristã não deve portar-se de maneira passiva diante das imposições da mídia. Devemos buscar sabedoria de Deus para agir de forma prudente. “Mas ponham à prova todas as coisas e fiquem com o que é bom. Afastem-se de toda forma de mal” II Ts 5.21,22.
                                                                                              M.D.

“Antes crescei na graça e no conhecimento de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” 2Pe 3.18a.

 A Escola Bíblica é a mais extraordinária Escola teológica de todos os tempos. É a escola que, como nenhuma outra, abrange a todas as faixas etárias, sem distinção de status social ou escolaridade. A nossa Escola Bíblica atende desde o berçário até aos de mais avançada idade. É muito diferente da escola secular que, apenas ensina para esta vida, enquanto que, a Escola Bíblica, ensina para toda a Eternidade. Nesta Escola não se tem prazo pré-determinado para conclusão, visto que, o aprendizado é sempre constante e continuado. Na Escola Bíblica aprendemos a viver uma vida justa e honrada, tanto diante dos homens, quanto diante de Deus.
 Nós temos nesta Escola o próprio Espirito Santo como professor por excelência. É nesta Escola que, o Dr. mais graduado e o analfabeto sentam-se juntos como alunos e são eternos aprendizes. Mas ao que parece, esta fonte inesgotável de aprendizado não é muito valorizada por todos os membros da congregação.
 Sabe o que é mais surpreendente em muitos cristãos? É as desculpas sem fundamento que apresentam na intenção de justificar suas ausências da Escola Bíblica. Alguns dizem que já sabem o suficiente, enquanto a Palavra diz que devemos “conhecer e prosseguir em conhecer”. Outros afirmam que trabalham a semana toda e aos domingos precisam de descanso, mas a Bíblia nos recomenda a que “buscai primeiro o Reino de Deus e a Sua justiça”. Ainda tem os que dizem que já são bem espirituais, mas, novamente a bíblia vai nos recomendar: “crescei na graça e no conhecimento”. Na verdade não há desculpa convincente para não se frequentar a Escola Bíblica.
 O versículo bíblico em apreço neste texto fala de crescimento na graça e no conhecimento, pois, na nossa vida cristã e espiritual, desde o crente mais simplório ao mais conceituado líder, o elemento base é a Graça de Deus alcançada pela fé e, mantida, fortalecida, renovada e, acompanhada do conhecimento de Deus. Não adianta apenas a fé que temos em nosso Deus, muito embora seja muito importante, pois, fé sem conhecimento, conduz ao descontrole, ao exagero, ao misticismo, e ao fanatismo. Se alguém estaciona no conhecimento acerca de Deus, a queda será certa. Alguém muito sabiamente afirmou certa vez: “A verdadeira vida cristã é como andar de bicicleta; se você parar de avançar, você cai!”. O procedimento para que o crente não venha a “cair da bicicleta” é, portanto, conhecer e prosseguir em conhecer o Senhor...
 O Senhor diz: “O Meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento”. Observemos com mais cuidado o versículo: Deus afirma que o povo está, isto no tempo presente, sendo destruído, ou seja, o povo está sendo arruinado, extinguido, arrasado, morto, somente por uma razão: lhe falta o conhecimento. É realmente absurdo as barbáries que temos visto no meio evangélico nestes hodiernos dias. Vemos líderes ditos cristãos com práticas das mais repugnantes enganando a muitos incautos sem conhecimento.
Crente que não cresce no conhecimento é sempre como uma criança, com todas as suas características e comportamentos. Vejamos como são as crianças em geral: a criança fala muito, mas não diz nada ou quase nada; é egoísta, tudo sou “eu”, tudo é “meu”; gosta muito de barulho; gosta muito de doces e, doces engordam, embora engordar não é crescer, e nem sempre isto é sinal de saúde; é muito sentimentalista, vive pelo que sente; por mínimas coisas, chora, amua-se e sai de cena; não gosta de disciplina, não gosta de obedecer a diretrizes; é fantasiosa, imagina as coisas com exageremos, vive em um mundo de fantasias que ela mesma cria; não tem firmeza, com muita facilidade, tropeça e cai; e finalmente, a criança não entende coisas difíceis, coisas de gente grande.
 Estas características lhe traz à memória alguém que você conhece? Será que não lembra você mesmo? Espero que ao menos a resposta da segunda pergunta seja não. Estas verdades e realidades são aplicadas à nossa vida espiritual. Tem muitos crentes que se portam feito crianças. Gostam muito de falar, mas geralmente não falam de cristo nem de seu Evangelho. Será que tá dando pra entender? São pessoas egoístas que tudo é delas e para elas, tudo são elas, e tudo querem fazer. Gostam muito de um barulho, entretanto, são como fogo de palha, logo se extingue. Crentes que gostam muito de caixinhas de promessas, de ouvir pregações que mais parecem mensagem de auto-ajuda, e não  a ajuda do alto. Crentes que vivem de emoções e sentimentalismos, como em um conto de fadas. Revoltam-se por qualquer coisa e já ameaçam abandonar a fé, pois, não possuem firmeza espiritual. Crentes assim não gostam de disciplina, de andar em conformidade com as diretrizes divinas. E por fim, não entendem as coisas de cima, podem até entender de novela, de futebol, de política, etc., entretanto, deixam-se levar por qualquer vento de doutrina, pois lhes falta conhecimento. Falta de conhecimento e, falta de conhecimento conduz a destruição. Ef 4.14; 2Pe 3.17.
 A Escola Bíblica, entretanto, ensina as doutrinas e verdades da Bíblia de uma maneira pedagógica e metódica sem, contudo deixar de ser profundamente espiritual. Temos uma Escola Bíblica que procura conduzir a todos em um caminho de retidão diante de Deus, da igreja, da sociedade e dos homens. Nós temos uma Escola Bíblica com líderes capacitados primeiro, pelo Espírito Santo, e também com conhecimentos teológicos e pedagógicos para o ensino. Temos uma Escola com uma classe específica para cada pessoa. Temos uma Escola Bíblica comprometida em ensinar as verdades Eternas do Evangelho a todos. Professores e professoras se empenham e se dedicam no preparo de sua aula para um ensino construtivo. Na nossa Escola se ensina para toda uma Eternidade. Nós temos uma escola que ensina às nossas crianças que páscoa não é coelho que põe ovo de chocolate; ensina que natal não é comemorado em virtude de um velho barrigudo e barbudo que faz how how how. Na Escola Bíblica que temos ensina-se a Verdade.
 Mas, a Escola que Temos não é somente assim. A nossa Escola é pouco reconhecida pelos cristãos. Crentes que preferem dormir até mais tarde no domingo, ou ir à praia, ir ao cabelereiro, à manicure, enfim... Mas, não vem à Escola Bíblica estudar a Bíblia. Temos uma escola por gente que prefere pagar R$ 30,00, R$ 40,00, R$ 50,00 para ver um cantor que se diz evangélico se apresentar em um palco, mas diz que não tem R$ 6,50 centavos para adquirir uma Lição. Sinceramente, não dá pra entender! A Escola que temos é pouco frequentada, pouco valorizada, muito esquecida. Mas é uma escola que o diploma será entregue aos concluintes pelo próprio Cristo Jesus nosso Senhor lá na Eternidade: “Aqui está servo bom e fiel, você venceu e permaneceu até o fim!”.
 Mas, almejamos uma Escola onde crianças, adolescentes, jovens, senhores, senhoras, congregados, membros, obreiros, dirigentes e pastores, esqueçam por alguns momentos as demais questões desta vida e, reunidos busquem o conhecimento de Deus. Temos almejado por uma Escola Bíblica onde famílias inteiras possam vir para que, reunidas, aprendamos a viver em união. Queremos uma escola com participação ativa de toda a igreja, e não apenas de um pingado de crentes. Eu quero crescer no conhecimento, mas é meu desejo que meu irmão também cresça junto comigo. Ah, a Escola que almejamos, é com certeza semelhante à época de Neemias quanto todo o povo, mas todo o povo mesmo, se reuniu para ouvir o ensino da Lei de Deus, conforme está registrado no capítulo 8 do livro que escreveu Neemias. Desejamos por uma Escola de Muitos alunos compromissados e desejosos de aprender a Palavra. Afinal, é urgente esta necessidade: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento”, mas não podemos deixar de citar o restante do versículo para que você compreenda a gravidade dos fatos: “Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos.” Os 4.6.
 A recomendação bíblica para todos nós é: “Então conheçamos, e avidamente prossigamos em conhecer ao SENHOR; a Sua saída, como o alvorecer, está assegurada; e Ele a nós virá como a chuva, como as chuvas serôdia e temporã que regam a terra.” Os 6.3


"Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!" (Lc 2.14).

    Um menino nasceu e mudou a história mundial, por mais que o paganismo possa desconsiderar a pessoa de Jesus, a reação de não aceitar o marco da história é pura tolice, pois todos foram marcados por Antes Dele e Depois Dele.
    É triste e lamentável vermos que o Natal nos dias atuais está sendo comemorado de uma maneira tão mercantilista. Estão esquecendo o verdadeiro sentido e significado do Natal Cristão. O Natal dos dias hodiernos é muito, mas muito diferente daquilo que realmente deve ser o nosso Natal. Na atual sociedade e, infelizmente até entre os cristãos, o Natal deixou de ser a vinda do Salvador.
    O sentido do meu Natal nasceu em Belém de Judá há mais de dois mil anos atrás, de uma maneira simples e humilde e, hoje vejo que as pessoas gastam fortunas quase impagáveis em roupas, presentes e alimentos e nem sequer lembram-se do real personagem do Natal. Há pessoas que não querem comemorar o Natal, sem que tenham comprado uma roupa nova e esquece que o Salvador quando nasceu foi encontrado pelos Pastores envolto em panos. Natal sem o peru? Para muitos nem pensar! E eu fico a me perguntar se tinha um peru assado ao lado da manjedoura.
    Os que comemoraram o primeiro Natal não receberam presentes, mas, ofereceram ao aniversariante os seus respectivos presentes. OURO, INCENSO E MIRRA, representando assim a Sua Realeza, Seu Sacerdócio e Seu futuro sacrifício na cruz do Calvário. O que temos a oferecer ao Senhor neste Natal? Queremos roupa nova, sapatos, presentes, farta ceia, etc. E o que temos a oferecer? Não devemos comemorar e agradecer pela vinda de Cristo apenas neste dia, pois, a cada dia devemos agradecê-Lo por nossa Salvação.
   Cristo deixou o Seu Trono de Glória para nascer em um estábulo e colocado em uma humilde manjedoura; Ele se fez maldição em nosso lugar; Entregou-se a Si mesmo pelos nossos pecados. E como temos O agradecido por todos os Seus feitos?
   Estão roubando o sentido do meu Natal. O principal personagem do meu natal é Jesus Cristo meu Salvador, o Maravilhoso, conselheiro, Pai da Eternidade o Príncipe da Paz, mas querem me convencer de que o natal é comemorado em razão de um velho barbudo e barrigudo com um sacolão nas costas e assustadoramente exclamando: Ho, ho, ho... Estão tentando me convencer que o significado maior do Natal é comprar vestes novas, dar presentes, encher a cara, e ascender luzes coloridas. Não!!! O meu Natal é CRISTO!
    Ainda há os que demonizam o Natal e pregam que este não deve ser comemorado por se tratar de uma festa pagã. Será verdade? Ela não foi inventada por povos pagãos que viveram antes de Cristo nem instituída pela Igreja Católica Romana. Esta apenas estabeleceu a data para a celebração: 25 de dezembro. Mas, em Lucas 2.13,14, vemos que uma multidão dos exércitos celestiais já havia celebrado o Natal. Na mesma noite do nascimento do Senhor, os aludidos pastores de Belém visitaram o Menino e voltaram "glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto" (Lc 2.20). Cerca de dois anos após seu dia natalício, o Menino recebeu a visita de magos do Oriente, que também o adoraram e lhe ofertaram dádivas (Mt 2.1-16).
    Entretanto, devemos ter muito cuidado com o que o mundo vem tentando incutir dentro de nossas mentes e das de nossos filhos como sendo a significância do Natal. A imagem do Noel é uma representação de um personagem conhecido como São Nicolau, tido como o padroeiro das crianças e que costumava presenteá-las. Ele ainda é senhor de um exército de elfos [na tradição druídica, os elfos eram demônios ou espíritos das árvores]. E este Noel vem na mente das crianças substituindo a figura essencial de Jesus Cristo. Tenhamos cuidado!
     Mas biblicamente porque devemos comemorar com tanto amor o nascimento de Cristo?
    1. O glorioso Natal (nascimento) do Senhor Jesus foi mencionado pelos profetas do Antigo Testamento, como Isaías (7.14; 9.6), Miqueias (5.2) e outros. Por que nós, cristãos, ignoraríamos um evento tão importante, mencionado por Deus, através de seus profetas, centenas de anos antes de acontecer?
    2. Quando Jesus nasceu, em Belém de Judá, um anjo de Deus, cercado do resplendor da glória do Senhor, apareceu a alguns pastores de Belém de Judá e lhes disse: "eis aqui vos trago novas de grande alegria" (Lc 2.10). O Natal de Cristo trouxe alegria ao mundo, e não tristeza! E nós, que somos salvos por Jesus Cristo e conhecemos o verdadeiro significado do Natal, devemos nos alegrar ainda mais com a lembrança desse glorioso acontecimento!
    3. Logo após o nascimento do Salvador, os numerosos anjos que celebraram o Natal disseram: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens!" (Lc 2.14). Aproveitemos, pois, a grande oportunidade de, além de glorificar a Deus pelo Natal de Cristo, também mostrar aos que estão à nossa volta que Ele veio ao mundo para trazer a paz (Jo 14.27) e o conhecimento da boa, agradável e perfeita vontade de Deus (Rm 12.1,2).
    4. O Natal de Cristo é a celebração da encarnação do Verbo de Deus, que habitou entre os homens para revelar a sua glória, "como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade" (Jo 1.14). Se Ele não tivesse nascido, não teríamos o conhecimento do glorioso plano salvífico de Deus e estaríamos todos perdidos.
    5. Ao amar o mundo de maneira indescritível, o Deus de toda a graça nos deu o seu Filho Unigênito (Jo 3.16), o qual, também por amor, morreu pelos nossos pecados (Rm 5.. Diante desses fatos, não há necessidade de mandamento específico para celebrarmos o Natal de Cristo, pois a nossa maior motivação para fazer isso é o amor de Deus derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5.5).
    6. Finalmente, a obra redentora de Cristo abarca a sua gloriosa encarnação, a sua morte vicária e a sua ressurreição para nossa justificação. Todos os seus feitos devem ser celebrados pela Igreja, a começar pela sua encarnação (1 Tm 3.16). Já pensou se Cristo não tivesse nascido? Ele também não teria sido crucificado. E, se Ele não tivesse morrido sacrificialmente, também não teria ressuscitado (1 Co 15.3,4). Aproveitemos, pois, esse mês de dezembro, em que o mundo fala de Natal, sem conhecer o seu real sentido, para glorificarmos a Jesus Cristo, em público, por sua obra completa.
    Jesus é a figura central e insubstituível do verdadeiro Natal. Papai Noel é um grande mito. Jesus é e sempre será a verdade maior. Não troque Jesus pelo Papai Noel. Comemoremos o Natal, relembrando o maior marco da historia: o nascimento do Salvador do mundo.

M.D.

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